
Apesar de já ter percorrido novecentos quilómetros, assim visto, deste magnífico miradouro, o rio não parece cansado, correndo alegremente debaixo da ponte que lhe marca o destino. Casmurro, transportando conforto e almas, o rio lança-se no revolto oceano cujas ondas se abatem nos molhes da Foz.
Daqui miro o Douro, a última curva, a paisagem. Sob o arco da ponte mais um barco carregado de turistas. Uma visita sem pressa, maravilhado pela magia que só a luz do entardecer tem, seduzido pelo silêncio que nem a cidade se atreve a quebrar.
É pelos caminhos do romântico, por esta cidade feita do sabor do tempo e onde as ruas escondem mistérios, que retomo o caminho para casa e me reencontro com o rio, entretendo-me com as gaivotas, o vento e a maresia que este poderoso caudal de água encontra no seu abraço extremoso com o mar.
Aproveito cada momento.




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Com esse cenário de fundo e com uma companheira assim, é natural esse teu estado!
Parabéns pela foto, linda.
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obrigado
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