Diariamente vadio pela minha cidade no selim da minha bicicleta. Não há vidros fumados, interior climatizado ou cromos da rádio. Entre a sinfonia de ruídos urbanos e o vento nas fuças, ouço conversas, risos e espirros. Sente-se o cheiro da chuva na terra, dos charmes perfumes e das sardinhas assadas. Com o corpo em movimento, quase todos os sentidos são seduzidos. Descubro os pontos turísticos, as expressões nos rostos e os confins do horizonte. É das mais simples e agradáveis formas de explorar a cidade, especialmente a que amamos. Aproveito cada momento.









![reciclando [16] entre o “seguro morreu de velho” e “quem não arrisca não petisca”](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2015/08/bike-from-work.jpg?w=200&h=200&crop=1)









