Diariamente vadio pela minha cidade no selim da minha bicicleta. Não há vidros fumados, interior climatizado ou cromos da rádio. Entre a sinfonia de ruídos urbanos e o vento nas fuças, ouço conversas, risos e espirros. Sente-se o cheiro da chuva na terra, dos charmes perfumes e das sardinhas assadas. Com o corpo em movimento, quase todos os sentidos são seduzidos. Descubro os pontos turísticos, as expressões nos rostos e os confins do horizonte. É das mais simples e agradáveis formas de explorar a cidade, especialmente a que amamos. Aproveito cada momento.





![fotocycle [155] um quadro e a moldura...](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2015/02/florbela-espanca.jpg?w=200&h=200&crop=1)


![fotocycle [31] fotoGInica (só faltava este 31)](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2012/07/fotoginica.jpg?w=200&h=200&crop=1)

![textos de Marcos Paulo Schlickmann [10] A poluição deve ser taxada?](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2014/01/singer_second_hand_smoke.jpg?w=200&h=200&crop=1)







