
Autoridade de Segurança Rodoviária ainda não tem pronta edição do novo Código da Estrada
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“Foi o próprio presidente deste organismo, Jorge Jacob, quem anunciou o atraso, durante uma acção de divulgação das novas regras para os automobilistas realizada esta quarta-feira, em Lisboa. “Não está pronto, está na tipografia. Mas temos folhetos”, referiu. Questionado sobre as razões do atraso, não soube responder. “Foram diferentes vicissitudes”, limitou-se a dizer um técnico do núcleo de apoio à presidência da ANSR para o qual Jorge Jacob remeteu mais esclarecimentos, Pedro Miguel Silva.
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Jorge Jacob confessa-se particularmente intranquilo com estas as alterações: “Preocupam-me os ciclistas, que actualmente são bastante indisciplinados”. Outra preocupação do presidente da ANSR relaciona-se com a redução da taxa máxima de alcoolemia permitida de 0,5 para 0,2 gramas por litro, regra que apenas se aplica aos novatos na estrada e aos os condutores profissionais. É preciso que uns e outros se adaptem às novas restrições – até porque as estatísticas da sinistralidade mostram que mais de uma em cada três pessoas mortas na estrada apresentam mais álcool no sangue do que o permitido.”…
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Bicicletas com mais direitos na estrada
“A partir do dia 1 de janeiro, os condutores de bicicletas podem circular a par nas estradas portuguesas, excepto em vias de reduzida visibilidade ou nos casos em que exista grande afluência de trânsito.
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“Se se verifica o aumento dos direitos, também há uma maior responsabilidade dos utilizadores de bicicleta”, lembrou esta quarta-feira o secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D’Ávila, durante a discussão das alterações ao código da Estrada, em Lisboa, dando como exemplo o uso das luzes à noite. Estas alterações ao código devem, por isso, “significar um comportamento responsável e, para as forças de segurança, uma maior fiscalização”, concluiu.”…
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O eco em Copenhaga do novo Código da Estrada português
Artigo de opinião de Pedro Madruga (pmadruga@occamdk.com)
“Alguém disse um dia: “implementar mobilidade ciclável começando pela infraestrutura, é começar uma casa pelo telhado”. O novo Código da Estrada (CE) português, aprovado a 24 de Julho de 2013, é uma fundação sólida para uma verdadeira cultura da bicicleta. E estes direitos ganhos pelos ciclistas não são de geração espontânea – é preciso agradecer a todos os que permitiram atingir este marco.
Não são pequenas alterações ao CE. As mudanças são tão sonantes que ecoaram de uma forma nunca antes ouvida pelos cantos da mobilidade ciclável. Incluindo no estrangeiro. Não me vou debruçar sobre elas pois é algo já está bastante escrutinado, como ilustra este texto da MUBi.
Aqui em Copenhaga, o meu trabalho na área da mobilidade ciclável permite-me interagir com uma network atenta a tudo o que se passa. Graças ao novo CE, a caixa de correio eletrónico da Occam DK teve várias mensagens dessas mesma rede: as que não foram de apoio, foram de elogio. Ainda que o mérito não seja de todo meu, é um motivo de orgulho saber que a comunidade ativista portuguesa existe, exige, age, fala e é ouvida.”…
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![reciclando [23] ciclista e peão](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2013/03/ciclovia-da-prelada.jpg?w=200&h=200&crop=1)








