a legendary race

tdf100Tour de France 100, o melhor livro comemorativo da La Grande Boucle  (o grande laço)

O centésimo Tour de France arranca este Sábado, não me posso esquecer! Ah… e não me posso esquecer de gravar a etapa do dia pois não poderemos assistir ao directo da Eurosport. Mais pela minha esposa que é a maior fã do Tour que conheço. É pior do que novela, não perde pitada à frente do televisor. Ela é a minha enciclopédia no que ao pelotão diz respeito e presta especial atenção quando Alberto Contador veste a camisola amarela.

old tour
La Grande Boucle (alcunha da Volta a França), o Tour foi criado em 1903 por Henri Desgrange, fundador do jornal L’Auto (antepassado do diário desportivo francês L’Équipe), baseado numa ideia do jornalista Géo Lefèvre. O objectivo, na época, era o de fazer concorrência às corridas Paris-Brest-Paris e Bordeaux-Paris. Os velocipedistas às vezes empurravam as suas bicicletas de aço com garrafas de água de metal e várias câmaras-de-ar sobressalentes enroladas sobre os ombros, pois a ajuda externa era proibida nos primeiros anos da prova. Embora o Tour tenha começado em 1903, apenas este ano se corre a centésima edição da prova pois o Tour foi interrompido duas vezes devido aos horrores da guerra. É o maior espetáculo desportivo do mundo, acelerando no drama, na valentia, nas rivalidades lendárias, na tragédia e na farsa.

eddy_merckx         Joaquim Agostinho

Tour de France 2013 promete ser emocionante, especialmente devido às seis etapas rainha, com quatro metas de alta montanha, incluindo duas passagens pelo Alpe d’Huez no mesmo dia! Como degustar um creme brouillet, é de olhos bem abertos que podemos apreciar a beleza do interior da França, o entusiasmo das multidões e a incrível resistência dos maiores atletas do mundo. Um dos meus ciclistas favoritos da história do Tour foi Eddy Merckx “The Cannibal”. Recordo com saudade o nosso grande Joaquim Agostinho. Quer queiramos, quer não, Armstrong marcou uma era. A história não pode ser reescrita.

Alberto Contador, Chris Froome, Joaquim Rodriguez, Alejandro Valverde ou Cadel Evans… a minha aposta vai para Rui Costa.

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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