o Citi Bike, the NYC bike share

Afamada pelas imensas avenidas e pela alma de uma grande metrópole em permanente insónia, The Big Apple, deu um novo rumo à sua urbanidade com a inauguração do sistema público de aluguer de bicicletas. É sobretudo um aperfeiçoamento de cultura urbana operada em Nova York, imersa em tráfego e dióxido de carbono que precisa  romper urgentemente com um certo conservadorismo ainda resistente na cultura de vida urbana. Irá provavelmente precisar ainda passar por um período de adaptação para uma tendência emergente que já se verifica em muitas outras metrópoles mundiais.

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O programa de bike sharing nova-iorquino, baptizado de Citi Bike, segue um programa similar ao de muitos outros sistemas. Os utilizadores inscrevem-se no sistema e pagam uma taxa anual de US$ 95 para viagens livres de até 45 minutos (nem a propósito brevemente postarei uma análise pessoal ao semelhante, mas com as devidas proporções, sistema partilhado de bicicletas que conheci em Vilamoura). Existe também a opção de aluguer livre de inscrição para uso e testes de um dia ou uma semana através de cobrança por cartão de débito ou crédito.

Por enquanto o sistema alberga seis mil bicicletas (todas em azul escuro e equipadas com três velocidades) espalhadas pelos bairros de Manhattan e no Brooklyn onde existem 330 estações para estacionamento. No futuro pretende-se incrementar a rede para 10 mil bicicletas e 600 estações, englobando também o Queens.

Como acontece com outras metrópoles que apostaram no sistema de bike sharing, a ideia do Citi Bike é alargar a opção de transporte na cidade, para ser um modo rápido e eficaz de se chegar ao trabalho como o de um simples passeio pela cidade. Centenas de novas faixas destinadas às bicicletas foram construídas, e muitos melhoramentos urbanos foram executadas tendo em vista uma cidade que abrigasse a ideia da bicicleta como meio de transporte. Disse a Comissária de Transporte de Nova York, Janette Sadik-Khan. “Os nova-iorquinos podem ter uma nova chave de acesso à cidade e se juntar aos outros ícones de transporte da cidade. É um novo modo de andar pela cidade.”

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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