e aos bocados lá foram sendo rebocados

O registo fotográfico data da passada sexta-feira, depois de terminada mais uma bicicletada e pouco depois do repasto da francesinha. A movida nocturna da Inbicta está bem viva e nem a crise serve de desculpa. Mas o vício do carro é tremendo. Dizem que os parques subterrâneos são carotes e, vai daí, largam os popós ao calhas em cima dos paralelos da pedonal Praça Parada Leitão. Alguns ainda não haviam arrefecido os motores e já estavam às cavalitas do reboque. Na Rua de Cedofeita então, a fila de automóveis a pingar óleo para a calçada portuguesa era dupla, de uma ponta à outra. Os primeiros clientes para o reboque recebiam já um decorativo cartão de boas festas no pára-brisas. E assim os cofres municipais agradecem.

Desconhecida's avatar

About paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
Esta entrada foi publicada em ele há coisas! com as etiquetas , , , , . ligação permanente.

1 Response to e aos bocados lá foram sendo rebocados

  1. Pingback: a uma espécie de silogismo ou um raciocínio pouco dedutivo | na bicicleta

apenas pedalar ao nosso ritmo.