dá saúde e faz crescer

De dois em dois anos, a instituição que me dá trabalho convoca-me para a chamada “consulta de saúde ocupacional”, uma espécie de inspecção periódica obrigatória que nos revira dos pés à cabeça. Analisam-se fluidos corporais, medem-se tensões acumuladas, auscultam-se pulmões e interpretam-se radiografias. Depois do frango assado e do cimbalino fui à revisão dos 16.870, mais dia menos dia. Após uns minutos de suspence, depois da médica ler todos os resultados e relatórios e tirar os olhos do monitor, sou acordado do meu entorpecimento pós prato-do-dia. “Ó homem, você vende saúde!”, e saí de lá com o carimbo de “aprovado”.  Por momentos até fiquei a pensar que isto de “vender saúde” seria um mau negócio  pois  neste país  a saúde é pouco ou nada rentável. Mas o facto é que se um gajo já nesta provecta idade de… cota, vá lá, pedalar uma bicicleta e fazer dela a sua fiel companheira de toda e qualquer viagem, está a investir na sua saúde e ver crescer… o rendimento.

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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