… fervilha de gente que emborca fluidos debaixo da brisa fresca de Verão a acomodar o estio. Sorrisos e poses para máquinas fotográficas que passam de mão em mão. Os ares do rio douram as pedras e ecoam sons que ressoam nas arcadas. Há um certo misticismo na ambiência pouco lavada e cuidada das lages das labirínticas e estreitas ruas. Tudo parece um sonho em que ninguém te conhece mas alguém pode ousar meter conversa contigo. Podemos navegar no Douro nos seus muitos barcos de recreio e apreciar as suas margens repletas de turistas, de cor, de artistas, de movimento. Podemos passear a pé, admirando o casario colorido de roupas estendidas ao vento que assiste indiferente a tudo o que se passa. Podemos apreciar as várias bancas e lojas de artesanato abertas ao público com muitas peças artísticas de interesse. Podemos até descansar à sombra e degustar uma típica francesinha e um fino esperto numa das muitas esplanadas do cais. Saborear um cimbalino bem tirado e deliciar a vista acompanhado dum cálice de Porto. Sentir a história desta bela cidade tendo sempre a noção que ali algo de mágico pode acontecer.
E qual a melhor forma de lá chegar? A pedalar.





![textos de Marcos Paulo Schlickmann [4] Alguns conceitos básicos do transporte urbano de passageiros (1ª parte)](https://nabicicleta.files.wordpress.com/2013/11/figura-11.jpg?w=200&h=200&crop=1)

![fotocycle [206] primaverão](https://i0.wp.com/dgtzuqphqg23d.cloudfront.net/YmuKgzOPiOvf7tRF6Z-GZdOhOwI6PJSyPxXJ09gClP0-2048x1536.jpg?resize=200%2C200&ssl=1)
![fotocycle [225] caso para dizer...](https://i0.wp.com/dgtzuqphqg23d.cloudfront.net/wFkzDPkrAUB-lmJ144MHRp0WPQuHNEJ00rOEbZsXZgI-2048x2048.jpg?resize=200%2C200&ssl=1)







