As bicicletas vêm ocupando uma maior evidência nas ruas das cidades em todo mundo. Estes “veículos” de duas rodas são encarados como parte da solução na actual crise económica e ambiental na economia de recursos naturais e da falta de espaço citadino. Aproximadamente 10 bicicletas ocupam o espaço de um único automóvel…
Cada vez mais se têm promovido o seu uso para desafogar o trânsito, o Metro permite a sua entrada e transporte, os municípios abrem trilhos e constroem ciclovias com maior frequência, algumas empresas já utilizam bicicletas nos seus serviços e divulgam os seus benefícios.
Além de ser um excelente meio de transporte, pode nos levar ao trabalho, à escola, à farmácia, à praia, uma ideal solução para deslocamentos de curta distância. Contribui também para a qualidade de vida das pessoas pois é um instrumento de lazer, terapia e de brincadeiras. Não é novidade para ninguém que andar de bicicleta vicia. As endorfinas que o corpo produz acabam por se transformar numa necessidade dos praticantes e consequentemente potenciar a prática da actividade física.
Especialmente aos fins-de-semana, nas ruas marginais de Gaia, Porto e Matosinhos, vejo um crescente número de praticantes, de todas as classes etárias, conscientes da importância que a utilização da bicicleta tem para o seu bem estar.
Perguntam-me então: – “E à chuva, também pedalas?”.
Bom…! Quem anda à chuva molha-se e, se tiver que ser… não há nada que uma quente caneca de chá com mel depois não resolva!




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