fotocycle [62] riding like a pro

canyon carving

… e este não é português, está deitado na curva sem pijama!

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can’t miss [26] keretterek.wordpress.com

Educating people to increase road traffic safety

child education

“We want to make traffic safer, more comfortable and more affordable for everybody! This means huge investments on the infrastructural side (thousands of work hours of planning and design) but how could you enforce the changing rules if not spending on the additional education and communication projects. This could sound obvious but it must be underlined that human behaviour is the real root cause of most of road traffic conflicts.

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o ciclismo e as redes sociais

ciclistas urbanos do Porto

Antes das redes sociais, já éramos sociais. As pessoas estabeleciam contacto pessoal, casual ou intencional. O relacionamento humano natural era baseado na comunicação verbal e visual, e em todos os sentidos cada parte comunicava com o outro, em tempo real. Depois dos olhos nos olhos, da comunicação escrita, da leitura, outras formas de comunicar foram surgindo, como o telefone, a fotografia… O reconhecimento pessoal, mútuo, levava depois à participação em reuniões e actividades conjuntas. Os cafés, por exemplo, eram um tradicional ponto de encontro. E esta era também a vida entre muitos dos aficionados das bicicletas antes do mundo digital.

Depois da socialização, veio a rede e a globalização. Com o advento da Internet, tudo mudou e tudo ficou mais fácil Algumas mudanças foram boas, outras nem por isso. Por definição, a rede é um sistema interligado de pessoas, conveniências e futilidades, em todo o caso a rede foi feita na sua maior parte para a comunicação interpessoal. Apesar de ter sido originalmente uma forma das pessoas partilharem interesses, fazer amigos, a rede transformou-se num chavão no mundo social e dos negócios. Para todos, ou quase todos, tornou-se em algo imprescindível e fundamental nos dias de hoje.

O ciclismo e as redes sociais tornaram-se bons parceiros. Agora, facilmente se pode conectar com outras pessoas que comungam interesses e interagir em tempo real. Agora temos lojas virtuais que tudo vendem. Temos sítios que compartilham a informação que procuramos. Temos tudo sobre bicicletas à distância de um click. Temos as redes sociais onde nos divertimos com as histórias que lemos, onde publicamos o que nos dá na gana e contamos as nossas façanhas. Damos dicas, fazemos comparações, enviamos convites, fazemos passeios em grupo, divulgamos percursos, compartilhamos a experiência de andar bicicleta com outros que também pedalam. Acompanhamos conversações online. Podem ser sobre a mobilidade, sobre o desporto, até mesmo conversas da treta com amigos reais ou com quem electronicamente estabeleceu um certo tipo de amizade.

alteza na duendagem

A tradicional loja de bicicletas, que foi noutras épocas o local de encontro para gente que usava a bicicleta como modo de vida, voltou a ser o ponto de encontro predilecto de muitos nós. Lá podemos ver, experimentar, invejar biclas das mais diversas espécies, partilhar aventuras, informações sobre bons percursos, pontos de interesse, de conflito. De lá fazemo-nos à estrada de bicicleta, para ir beber um copo, conviver com outros amigos que como nós respiram ciclismo.

Mais do que uma necessidade, o ciclismo é uma paixão, é um vício alimentado pela vontade de recuperar a humanidade sedentária, intoxicada, perdida para a dependência do petróleo. Movendo-se, montado numa bicicleta ou fora da estrada, nas redes sociais, somos o elemento humano na circulação, com o desejo idealizado de mostrar aos outros o quão bem faz pedalar. Demonstrar que temos o direito e a merecida consideração de todos a estar na estrada. Que podemos partilhar o mesmo espaço, ao mesmo tempo, conscientes da presença física um do outro. Tornar a bicicleta mais atraente para os novatos. Atrair mais gente para o grupo, onde os não-ciclistas também cabem. Traduzir a nossa amizade e camaradagem a toda a gente. Extravasar a alegria que é andar de bicicleta porque o ciclista faz o mundo melhor.

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fotocycle [61] shading me

silhouette

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can’t miss [25] topgearbr.wordpress

James May, o defensor das bicicletas

James May

Captain Slow dixit:

“O que irei dizer irritará pelo menos um dos meus colegas do Top Gear, mas lá vai. Eu quero defender a bicicleta.

Sem dúvida, a bicicleta foi uma das maiores invenções da história. Sem a bicicleta, e o desejo por liberdade que ela criou, nós provavelmente não teríamos o carro. Muitas das nossas maiores montadoras começaram fabricando bicicletas – inclusive a Peugeot – e a maioria de nós aprendeu o básico do Código de Trânsito andando em uma bicicleta.

Muitas coisas na vida supostamente são como “andar de bicicleta”, ou seja, nós nunca esquecemos como realizá-las. Mas na verdade, é muito fácil esquecer como tocar instrumentos musicais, como fazer equações do 2º grau, desmontar e remontar um rifle com os olhos vendados e fazer bolos. Apenas a habilidade de andar de bicicleta permanece conosco após décadas sem andar em uma, e isso porque andar de bicicleta força-nos a utilizar alguns princípios inatos do básico das leis da Física. Uma bicicleta é uma extensão do seu corpo e da sua mente.

Quem não tem uma bicicleta, ou tem acesso a uma? É como ter alguns pares de sapatos ou um abridor de latas. Em locais como Copenhagen, onde andar de bicicleta é praticamente o ópio do povo, as bicicletas são como bens públicos. Ter uma bicicleta lá não é tão exclusivo quanto ter um guarda-chuva ou um gato.

Estou perfeitamente familiar com todas as objeções de praxe às bicicletas e o culto ao ciclismo, mas tudo não passa de hipocrisia. Há muito tempo que o ciclismo é usado para fins políticos, mas e daí? Isso pdoe ser ignorado, assim como o Partido Nacional Britânico. Eu me irrito com pessoas que compraram uma bicicleta há três semanas e agora as apresentam para mim como se elas tivessem acabado de descobrir a cura para todos os males da sociedade. Eu sei quais são os seus prós e contras. Um dos contras é carregar uma geladeira nova. A não ser que você seja chinês.

Ciclistas ignoram faróis vermelhos e andam nas calçadas, mas e daí? Ciclistas também são pedestres, já que eles usam as pernas para se locomoverem. Eles só acrescentaram algumas alavancas e engrenagens para melhorar suas próprias capacidades.

As bicicletas nunca deveriam ser regulamentadas, nem submetidas à taxação de impostos, nem seguro contra terceiros e nem um teste para ver se alguém tem a competência para andar nelas. Ela mesma testa você, porque se não conseguir, você irá esborrachar-se. As bicicletas são o primeiro degrau na escada do transporte pessoal e não deveriam pagar nada ao serem usadas. Eu defenderei a bicicleta até não poder mais.

Mas eu tenho uma reclamação. Ciclistas viraram um bando de miserabilistas.

Eu ando de bicicleta várias vezes numa semana ao lado do rio perto de onde eu moro. É bom para mim. Ou pelo menos até quando encontro outro ciclista vindo na direção oposta. “Bom dia”, eu digo alegremente, porque eu ESTOU alegre, enchendo meus pulmões com ar puro e dando um descanso aos meus ossos cansados. Não recebo uma resposta.

Eu fui contando, mas perdi as contas faz tempo. Acho que estava mais ou menos assim – May, 8.000; outros ciclistas, zero. Acho que o esquisitão da história era eu. Então tentei fazer uso de sorrisos. Também não deu certo.

Pessoas passeando com seus cães respondem. Assim como patinadores voltando para casa após um longo dia vasculhando lixeiras, coletando lixo, entregando encomendas e aparando seus arbustos. Às vezes até os cães respondem com um simples latido. Apenas os ciclistas rejeitam as convenções básicas do ato de cumprimentar que reafirmam nossa afiliação à uma fraternidade universal, que é ser um ser humano. Apenas um aceno com a cabeça bastaria. Nada.

Talvez estes ciclistas não me levam a sério, já que eu ando de bicicleta usando roupas normais, ao invés de um traje de lycra, um capacete como aqueles que vendem na TV e uma lanterna estúpida presa na minha cara. Só porque não estou vestido como uma Tartaruga Ninja não significa que não sou um ciclista. Sempre tive uma bicicleta desde os meus 3 anos de idade. Eu tive que ser arrancado de uma por uma velhinha bondosa no topo de uma montanha escocesa, já que minhas mãos ficaram congeladas no guidom. Não banquem os arrogantes comigo, seu bando de esnobes em lycra.

Foi isto que deu errado na suposta revolução das bicicletas. Honestamente, acho que elas são boas. Poderíamos andar mais de bicicleta, nos sentiríamos mais saudáveis, diminuiríamos o tempo que gastamos em jornadas e deixaríamos as vias públicas mais livres para as ambulâncias que nós eventualmente precisaremos chamar. Se andássemos mais de bicicleta, nós possivelmente melhoraríamos a condição fiscal do país.

Mas isso não acontecerá até que aqueles que presumivelmente representam esta velha e excelente atividade aprendam a fazê-la com um pouco de cordialidade. Alegrem-se, ou tombem.”

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per un plat de pinyons / por um prato de pinhões

Barcelona – Pequim

http://www.perunplatdepinyons.com/

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ciclofilia [66] Un-Engined / No-Motorizado

In a city as dangerous and polluted as Monterrey a group of people shows us a way to solve the social and ecological problems that plague their community through the use of the bicycle and public awareness.

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uma década em movimento

Metro do Porto

Após uma década a servir a população do Grande Porto, e quem nos visita, o Metro do Porto revolucionou o modo de viver a cidade. Conta com seis linhas que atravessam sete concelhos, em 70 quilómetros, tendo transportado 295 vezes a população da área metropolitana do Porto (AMP). Com o Metro foi possível evitar 27 milhões de viagens de carro e reduzir 288 mil toneladas de emissões de CO2. Sobre os carris, as composições já percorreram o equivalente a 1.337 voltas completas à Terra, ou seja, cerca de 53,2 milhões de quilómetros. O Metro do Porto proporcionou o aparecimento de variadas actividades culturais, sendo que só este ano já se contabilizam cerca de 500 eventos, como exposições, concertos, dança, entre outras formas de expressão artística

Das 81 estações existentes, 14 das quais subterrâneas, Casa da Música, Trindade e S. Bento são as que têm mais procura. A empresa tem ambição de expandir a rede em mais 40 quilómetros, mas o projecto para a 2.ª fase encontra-se suspenso (as novas grandes obras públicas só avançarão assim que a situação económico-financeira o permitir, diz o governo). Em causa está a construção das linhas do Campo Alegre (Matosinhos Sul/S. Bento), de S. Mamede (Asprela/Matosinhos Sul) e o prolongamento da linha de Gaia até Vila D’Este e Valbom (Campanhã/Gondomar), num total de mais 40 quilómetros e 40 estações, que representam um investimento de mais de mil milhões de euros.

Praticamente desde o seu início que sou adepto e fui “sócio” do Metro do Porto. Este magnífico meio de transporte urbano tem conseguido uma adesão significativa de toda a gente tripeira e não só. Foi uma autêntica revolução na modernização do serviço de transportes urbanos na Cidade Invicta. Permite de forma rápida e cómoda a mobilidade aos seus utentes dentro e fora da cidade. No que me diz respeito, e antes de me entregar de corpo e alma ao bike-to-work, transformou a minha vida quotidiana para bem melhor e permitiu-me libertar da sedentariedade do automóvel.

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can’t miss [24] bikeportland.org

As talk show appearance looms, thoughts on the Emily Finch phenomenon

finch australian

finch australian2

finch fabi

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passe a publicidade [37] Pashley Cycles – GUV’NOR

Já a conhecia de fotografias. Certa vez quando nos cruzamos e lhe toquei, cheguei a piscar-lhe o olho, mas a Alteza tilintou-me de ciúmes…

# tilintar: produzir som metálico.

 

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