
E porque a chuva, bem típica da época, entranha-se na roupa e na pele a quem anda descapotável na rua, para o obstinado ciclista isso faz parte. Um ciclista urbano não tem de engendrar um qualquer motivo para evitar sair a pedalar à chuva.
É dia de trabalho, um dia igual a tantos outros, e como tal tem de chegar a horas. Pedalar à chuva é um passeio no parque, porque a determinação de usar a bicicleta como meio de transporte supera qualquer imprevisibilidade / pluviosidade.
Visto o casaco impremeável, as botas nos pés, o chapéu na carola e estou pronto. No caso, quando saíde casa esta manhã nem chovia! Poderia esperar a sorte e cumprir os quase cinco quilómetros de percurso a seco? Poderia. Poderia mais à frente aguardar uma aberta, mas quase sempre se corre contra o tempo. A poucas centenas de metros do telhado laboral o céu desabou-se na minha cabeça, mas nesta espécie de cruzada não há enxurrada que me demova a vontade.










![espalhando os bons exemplos [1] Aluno repensa mobilidade urbana com projeto de ciclovia](https://i0.wp.com/www.jornaldocampus.usp.br/wp-content/uploads/2012/03/390_cicloinfo1.png?resize=200%2C200)









E… contra a pluviosidade, pedalar, pedalar.
Bom fim de semana.
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Pois as previsões eram de boas e longas pedaladas pelo Alto Minho, mas quis um tal de Félix vir cá deitar um balde de água fria na fugosidade randoneira!
Bom fim de semana
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