da blogosfera

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... “Há duas coisas do trânsito de Chaves que nunca entendi:

1. Bicicletas

Nunca percebi porque é que numa cidade como Chaves, que é bastante plana, ninguém usa a bicicleta para se deslocar. Já sei que agora há uma ciclovia e muita gente a andar de bicicleta por aí. Mas não estou a falar do pessoal que anda para aí a mostrar a bicicleta de 1500 euros, o fato de licra, e o saco às costas com a ração de combate. Não tenho nada contra a malta da licra, sempre fazem algum desporto ao fim de semana. Admiro-me é que não haja gente a acordar de manhã, vestir-se, pegar na bicla e ir do Bairro Verde para o trabalho na Madalena, por exemplo. Porque é que a maior parte da população pega no carro para fazer apenas 500m? Numa cidade tão plana, com um clima muito mais ameno que Amesterdão ou Copenhaga, é estranho que não haja mais gente a usar a bicicleta. Será que é por vergonha? Mas as bicicletas até são tão caras e chiques…

2. Parquímetros…” (ler + aqui)

A mãe, a mulher e a empregada maluquinha

“Este poderia ser um resumo do meu dia ou o pressuposto do que vai na cabeça das pessoas que me veêm e que falam comigo mas que não expressam verbalmente o que acham na realidade… Quer dizer, nem todas ou talvez até nenhuma, podem ser coisas da minha imaginação…

Comecei o dia por ir levar o filhote ao sítio onde está agora nas férias da Escola de… bicicleta… Ele e eu, os dois a pedalar e devidamente equipados e de mochilas às costas. A mochila dele com um lanche, a minha com uma espécie de lanche e uma muda de roupa…

Achei que quando deixei o meu filho as pessoas que o receberam pensariam que mãe maluquinha tem este menino, desta idade e anda para aqui de bicicleta…

😛

Deixo o meu filho e sigo para trabalhar… Contudo, pelo caminho faço uma pausa onde está o meu marido com uns colegas.

Tento ‘desafiar’ algumas pessoas para combinarmos noutro dia uma volta porque gosto de “incutir” nas pessoas a vontade de pedalar, sendo que em 99% dos casos não tenho sucesso algum. As pessoas acham que não conseguem, que dói, que não dá, que não têm tempo, que não sabem andar de bicicleta, enfim, é só problemas… E depois eu remato com um de que a primeira vez que comecei a pedalar, há uns (poucos) anos atrás, fiz 14 kms que me pareceram muitos e regressei para casa de boleia…
Silêncio.”… (ler + aqui)

Blog pessoal, às vezes humorístico e quase sempre bicicletário

“O meu blog é acima de tudo pessoal, acontece-me que um das minhas grandes paixões é uma bicicleta e tudo o que vem através dela e acontece-me também de ser essa parte da minha vida que em determinadas alturas mais me inspira a escrever. Ler sobre bicicletas e sobre viagens a pedalar pode ser uma seca para quem vem cá parar e não tem interesse nenhum sobre o assunto, mas isso nunca me importou muito, do blog não espero visitas, não espero seguidores, não espero comentários, só espero que ele esteja sempre disponível, com espaços em branco para eu preencher com pedaços meus, coisa que não me parece muito difícil. Ainda assim, por causa do blog e da bicicleta, ou por causa de escrever sobre a bicicleta no blog surgiu a Susana que encontrou o meu blog por acaso na altura em que estava a dar as primeiras pedaladas e que teve a excelente ideia de me enviar um e-mail, ainda que indirectamente com ela surgiu a Joana (um dia conto-vos a história). E depois a minha Didi também começou a pedalar e a trocar e-mails comigo e a deixar-me muito feliz. Um dia fui reconhecida no meio do monte por alguém que lia o meu blog e também pedala por aí.  Um destes dias a Maria fez questão de me contar que o marido também foi a Santiago de bicicleta mais ou menos na mesma altura que eu, mas parece que ele não viu por lá nenhuma loira de bicicleta cor-de-rosa.”…

(ler + aqui)

 

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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Uma resposta a da blogosfera

  1. Reblogged this on Matemática em Sobral and commented:
    Quem me dera morar numa cidade plana e protegida do sol, eu não sairia de cima da bicicleta.

    Gostar

apenas pedalar ao nosso ritmo.

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