o Jogo na roda dos profissionais

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ojogo #2

A edição d’hoje do jornal desportivo O Jogo, nas suas páginas 34 e 35, traz uma extensa reportagem de João Santos sobre como os ciclistas profissionais encaram o novo Código da Estrada, que desde o início do ano tem novas regras para quem partilha a estrada com os ciclistas.

Delmino Pereira, Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, faz a sua avaliação do novo código: “É um novo estatuto que passa a ser atribuído aos ciclistas e reconhece as especificidades da utilização da bicicleta”; “A regra da prioridade que permite à bicicleta ser equiparada aos veículos a motor quando têm prioridade, e a regra da distância mínima de 1,5 metros aquando das ultrapassagens são, talvez, as alterações mais significativas, mas também as mais difíceis de respeitar pelos automobilistas”, afirma o responsável federativo.

Entre outros factos trágicos relembrados, a reportagem inclui um resumo do que muda para os ciclistas no novo Código da Estrada, e numa caixa relembra a notícia do recente infortúnio de Jorge Franco, que pedalava no Brasil, ligando todos os estádios do próximo Mundial de futebol como homenagem à selecção portuguesa.

Para dois dos ciclistas profissionais que andam todos os dias na estrada a treinar, as novas regras são bem-vindas mas para já, na sua opinião não surtiram grande efeito. Para Rui Sousa e Filipe Cardoso, na sua prática diária e treino enquanto profissionais deste desporto, não notaram ainda grandes diferenças nos comportamentos dos automobilistas perante as novas regras, que continuam a fazer ultrapassagens arriscadas e a passar muito perto dos ciclistas. Por outro lado, dão também nota que o novo código confere ainda maiores responsabilidades aos ciclistas.

Nota de destaque também para o incidente ocorrido ano passado entre Rui Sousa enquanto treinava e um automobilista numa rotunda às portas de Viana do Castelo. Diz Rui Sousa às tantas da sua entrevista: “Só o andar a par nos dá outra segurança, por os carros abrandarem antes de ultrapassarem”.

ojogo #3

ojogo #4

 

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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