can’t miss [16] latteblues.blogs.sapo.pt

Sobre isto:

“A minha bicicleta não é nova; não tem uma pintura brilhante; está gasta e tem uns pneus que para encher são o cabo dos trabalhos. No entanto, a minha bicicleta significa muito mais para mim do que se possa imaginar. Andei nela desde pequenina porque a minha mãe só tirou a carta quando eu já tinha 6 anos. Levava-me na bicicleta para a escola, às compras. A minha cadeirinha era amarela e adorava que a minha mãe tocasse na campainha. E agora, uns anos mais tarde, sou eu que ando nela. Sou eu que a uso para o trabalho, para passear, para me chatear quando salta a corrente. E é por isso que gosto tanto dela. Porque antes de ser minha, foi da minha mãe e antes da minha mãe foi de uma velha senhora ciclista suiça”

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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