notícia do tipo “mais vale tarde que nunca”, outra do género para acrescentar na agenda e histórias à volta da nossa Volta, que arranca hoje

Governo quer funcionários públicos a partilhar carros do Estado e a andar de bicicleta

AP de bicicleta e carshare“Funcionários públicos a pedalar, à boleia, através da partilha de carros do Estado e criação de zonas de estacionamento para bicicletas nos organismos da administração pública são algumas das medidas inscritas no Programa de Mobilidade que é hoje apresentado.
A mobilidade eléctrica e sustentável da administração pública vai ser apresentada esta manhã, pelo ministro do Ambiente e pelos secretários de Estado do Ambiente e da Energia. Um documento que foi ontem publicado em Diário da República.
No documento estão incluídas medidas que o executivo entende como linhas de ação para a gestão da mobilidade e com as quais o Governo pretende gastar cerca de 3 milhões de euros num estudo de caracterização para identificar o comportamento e ajudar a traçar o tipo de deslocações feitas por parte dos funcionários públicos.
No programa para a mobilidade, que o Governo quer que seja cumprido de forma cabal por todos os ministérios, o executivo vai promover a adesão a sistemas de partilha de bicicletas e a aquisição de veículos “suaves”para uma mobilidade mais sustentável.”…

(ler a notícia aqui)

De bicicleta para para o trabalho

bike to workA Lisboa E-Nova – Agência Municipal de Energia-Ambiente, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, organiza, no dia 18 de setembro (sexta-feira), a 5ª edição da iniciativa “De Bicicleta para o Trabalho – Bike to Work”.

Dirigida às empresas e/ou instituições sediadas no Concelho de Lisboa, esta iniciativa visa incentivar os seus trabalhadores a deslocarem-se neste dia de bicicleta para o seu local de trabalho, podendo realizar as inscrições em: http://lisboaenova.org/biketowork2015.
A Transportes de Lisboa, na qualidade de entidade que apoia o “De Bicicleta para o Trabalho – Bike to Work Day”, relembra que o transporte de bicicletas nos operadores Carris, Metro e Grupo Transtejo é gratuito, mediante os seguintes condicionalismos:

Metro | O transporte de bicicletas é limitado a um máximo de duas bicicletas por carruagem, desde que não se verifiquem grandes aglomerações de passageiros nem seja perturbado o normal funcionamento do sistema.

Carris | O transporte de bicicletas pode ser realizado qualquer dia da semana, em cinco carreiras de autocarros (708, 723, 724, 725 e 731) no horário de funcionamento das mesmas, num limite máximo de quatro bicicletas por veículo.

Grupo Transtejo | O transporte de bicicletas no Grupo Transtejo é gratuito em todas as ligações fluviais, de acordo com a lotação indicada (determinada pelo Mestre do navio) e condições descritas no site da empresa.

(fonte: carris.transporteslisboa.pt)

Cinco vencedores recordam as voltas que a Volta já deu

Mário Silva“Ciclismo. Das glórias de 1960 ao último vencedor português, o DN foi à boleia pela história da Volta a Portugal. Desde greves e falta de água até estradas de terra e bicicletas muito pesadas
Está aí a 77.ª edição da Volta a Portugal – que arranca hoje em Viseu e corta a meta em Lisboa, dia 9 de agosto. Bem mais curta e internacional nos últimos anos, mantém a emoção e o espetáculo, mas sem o espírito de aventura de outros tempos, desde que em 1927 o Diário de Notícias e o Sports se lançaram na organização da prova rainha do calendário velocipédico nacional.
Ao longo das últimas décadas tudo evoluiu, conforme o DN pôde confirmar numa viagem pelas memórias da história da Volta, com cinco vencedores portugueses em épocas distintas.
O mais antigo deles, Mário Silva, venceu a Volta pelo FC Porto em 1961, um ano depois de ter estado presente nos Jogos Olímpicos de Roma. Para ele, a Volta do seu tempo era bem mais dura. “Quando comecei, ainda trabalhava como carpinteiro. Os ciclistas de antigamente tinham mais força, hoje são mais “amimalhados”… Se quiséssemos água durante uma corrida, tínhamos de parar e procurar uma fonte. Havia vinte e muitas etapas e nalguns dias tínhamos duas… E havia também mais gente a ver a corrida. Chegávamos a encher as Antas e Alvalade”, afirma o ex-campeão portista, agora com 75 anos, lembrando como investiu o dinheiro dos prémios arrecadados nessa Volta de 1961, em que a vitória final valia 25 contos: “No total, arrecadei mais de 40 contos. Distribuí 10% pelos colegas, como estava estipulado, e o resto investi em terrenos agrícolas, que o ciclismo não dava futuro.
Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN”.

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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