
Volto a pedalar pelas curvas da velha estrada mas desta vez tenho o privilégio das vistas desafogadas. Com o recente desbaste da mancha de eucaliptos que me escondia o vale do Douro e as serras, retive a promessa de um horizonte livre por algum tempo. Infelizmente sei que será paisagem de pouca dura, pois os longos troncos de casca desgrenhada e folhagem inflamável rapidamente crescerão e voltará a ser um perigo real. Contra a monocultura do eucalipto que consome a terra e atrai as chamas, urge recuperar a floresta autóctone e proteger este património natural.



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Concordo… sou totalmente contra a massificação do eucalipto… sei que é necessário para a industria, no entanto, acho que o território, principalmente, norte e centro, está inundado desta “praga”.
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