essa solução é um desperdicio. existem soluções bastante mais eficientes relativamente ao espaço que ocupam e à quantidade de bicicletas que podem parquear.
O bicicletário existente no Mercado de Matosinhos foi colocado pelos serviços da edilidade matosinhense tendo em conta as recomendações de diversas entidades ligadas à bicicleta e ao ciclismo urbano, como por exemplo a FPCUB. Esta é a solução mais eficiente, para o ciclista porque lhe permite usar os equipamentos de retenção mais resistentes, os cadeados e aloquetes U-lock, a mais segura, para as bicicletas que ficam devidamente apoiadas pelo quadro e não pelas rodas. Sim, a instalação do equipamento “roubou” uma vaga de estacionamento automóvel, que no caso estava sujeita a pagamento e a limite de tempo, mas isso não foi entrave à autarquia atender as necessidades e as alternativas de transporte, nomeadamente o transporte a pedais, e nem a questão do espaço foi problema pois pelo que a intenção do pelouro camarário seria a de “sacrificar” não um mas dois lugares de estacionamento automóvel. Quanto à quantidade de bicicletas que podem parquear, dou-lhe razão. De facto, houveram alturas em que pela quantidade de bicicletas lá estacionadas teriam sido necessários mais suportes, mas a malta das biclas sabe moderara as suas exigências e é perita no desenrascanço.
essa solução é um desperdicio. existem soluções bastante mais eficientes relativamente ao espaço que ocupam e à quantidade de bicicletas que podem parquear.
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Obrigado pelo comentário Pedro
O bicicletário existente no Mercado de Matosinhos foi colocado pelos serviços da edilidade matosinhense tendo em conta as recomendações de diversas entidades ligadas à bicicleta e ao ciclismo urbano, como por exemplo a FPCUB. Esta é a solução mais eficiente, para o ciclista porque lhe permite usar os equipamentos de retenção mais resistentes, os cadeados e aloquetes U-lock, a mais segura, para as bicicletas que ficam devidamente apoiadas pelo quadro e não pelas rodas. Sim, a instalação do equipamento “roubou” uma vaga de estacionamento automóvel, que no caso estava sujeita a pagamento e a limite de tempo, mas isso não foi entrave à autarquia atender as necessidades e as alternativas de transporte, nomeadamente o transporte a pedais, e nem a questão do espaço foi problema pois pelo que a intenção do pelouro camarário seria a de “sacrificar” não um mas dois lugares de estacionamento automóvel. Quanto à quantidade de bicicletas que podem parquear, dou-lhe razão. De facto, houveram alturas em que pela quantidade de bicicletas lá estacionadas teriam sido necessários mais suportes, mas a malta das biclas sabe moderara as suas exigências e é perita no desenrascanço.
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