can’t miss especial: Velo Invicta tem destaque no Porto.pt

Velo Invicta não perde pedalada para manter o estatuto de rainha das bicicletas

Mr Barbosa todo babado (foto: Porto.pt)

“Em agosto de 1959, a Alteza vencia a Volta a Portugal em bicicleta, com Carlos Carvalho nos pedais e Domingos Capas Peneda como diretor da prova. Este e outros registos, guardados em papel que a história foi amarelecendo, fazem do percurso da Velo Invicta Capas Peneda uma verdadeira camisola amarela entre as rainhas das bicicletas. Na mais antiga loja de velocípedes da cidade, a paixão ainda se sobrepõe a modas e há muito pedala do lado sustentável do caminho.” […]

Assim começa o excelente artigo hoje publicado no Porto.pt sobre a mais velha e afamada oficina de bicicletas do Porto: a Velo Invicta. Foi ali mesmo, na húmida oficina do rés-do-chão do nº 208 da Praça Filipa de Lencastre, mais tarde com acabamentos feitos com uns finos à mistura na movimentada noite do varandim dos restaurantes, que Sua Alteza viu a lua pela primeira vez.

É com o profissionalismo e permanente prontidão do bicycle repair man cá do sítio, mister Barbosa, Capas Peneda para os amigos, que lá tenho ido tratar das maleitas e operações mais complicadas às biclas do meu harém. À laia de muita paciência, conversa barata e peças caras raras, no final de contas o serviço fica pronto e, um dia mais tarde, todas sem excepção, voltam lá para nova revisão.

Com as transformações feitas no histórico edifício, entretanto restaurado para partilhar a oficina com um serviço de bar e restauração, a Velo Invicta perdeu muito daquele fascínio, poeirento e húmido, de mui antiga e invicta oficina de bicicletas, com o brio e dedicação do amigo Barbosa permanece de portas abertas a quem a visita, cada vez mais atafulhada de bicicletas, plena de simpatia e a mestria de sempre.

a “antiga” Velo Invicta Capas Peneda era assim

Mais uma vez partilho o Link para o Artigo: https://www.porto.pt/pt/noticia/velo-invicta-nao-perde-pedalada-para-manter-o-estatuto-de-rainha-das-bicicletas

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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