pesado, sem estar a falar de papo cheio

O dia depois do Natal é aquele dia em que só conseguimos rebolar.

Depois uma tempestade a seguir a outra, da depressão Fabien a seguir à depressão Elsa, com chuva e rabanadas de vento à fartazana, as pedaladas têm sido limitadas ao estritamente necessário – era isso ou aqui o que vos chateia teria ido na enxurrada e não chegaria a provar da doçaria natalícia.

Ao contrário das catástrofes naturais, para as quais raramente estamos preparados, sentiu-se também o sobressalto da depressão Centeno, para o qual o dique da paciência está prestes a rebentar. Este Orçamento do Estado para 2020, com um superávite previsto de 0,2% e um enorme aumento de 0,3% para os funcionários públicos, que como eu não vêm um cêntimo ser acrescentado ao ordenado base vai para mais de dez anos, também dá para rebolar, se de riso ou de choro já não sei bem!

Eu sei, eu sei… Para post pós-natalício isto está um tanto ou quanto pesado. Vou ali comer mais uma rabanada, a ver se adoço o bico e se engrosso mais um bocado.

Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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