duas iniciativas de mobilidade suave

Equipas já estão em competição na “Bike to School day” a decorrer na Lousã

“Começou no dia 24 de novembro a iniciativa Bike to School Day, promovida No âmbito das medidas de promoção da mobilidade sustentável, a Câmara Municipal da Lousã, através do Projeto Oficina de Segurança.

Foram muitas as equipas que não deixaram passar a oportunidade de contribuir para a promoção da mobilidade sustentável, participando nesta iniciativa que pretende motivar os alunos a fazerem o trajeto casa-escola e escola – casa de bicicleta na ultima sexta feira de cada mês.

A iniciativa, destinada a alunos do 3.º ciclo e Secundário, premiará a equipa com mais participações nos dias definidos e terminará a 25 de maio de 2018.

A iniciativa “Bike to school day” foi lançada no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade 2017, sensibilizando o público mais jovem para a necessidade de reduzir os impactos ambientais da mobilidade urbana, promovendo os meios suaves de mobilidade, neste caso a utilização da bicicleta.”

Via: www.metronews.com.pt

Secção de Engenharia dos TSD/M promove tertúlia sobre Mobilidade

“As questões da mobilidade não se esgotam na facilidade ou não com que se encontra uma vaga para estacionar. Paula Teles, uma das figuras maiores da mobilidade em Portugal e na Europa, defendeu ontem à noite (segunda-feira), no Funchal a necessidade de se “pensar” a um plano mais elevado, quando se está a desenhar a malha urbana.

“Aquilo que é mais relevante no caso da Madeira – independentemente de ser à escala municipal ou à escala regional –, é haver cada vez mais um planeamento da mobilidade que permita integrar todos os sistemas de transporte nos diferentes moldes”, explicou a especialista, à margem de uma tertúlia sobre o tema promovida pela secção de Engenharia dos Trabalhadores Social-Democratas (TSD) da Madeira, que decorreu na sede do PSD/M.

Transportes públicos e tráfego automóvel. Estacionamentos e zonas para carga e descarga. Tudo isto, repetiu Paula Teles, deve ser integrado num plano global, porque mais do que a falta de estacionamentos, em Portugal a grande questão é o aumento do tráfego automóvel.

“Andamos cada vez menos a pé e mais de carro, o que são valores completamente contraditórios ao que se verifica na Europa, onde a bicicleta e os transportes públicos são cada vez mais utilizados”, explicou presidente a Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade, lembrando que dois terços dos gases poluentes que emitimos são provenientes dos transportes.” […]

(artigo completo em: www.dnoticias.pt/madeira)

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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