dois exemplos de superação e conquista

“São precisos bons braços, mas acima de tudo muita vontade”

Luis Costa“Daqui a seis meses arrancam, no Rio de Janeiro, os Jogos Paralímpicos. Luís Costa é um dos atletas portugueses que lá estará. No caso dele, pela primeira vez, mas com a ambição que o colocou na elite do ciclismo adaptado em pouco mais de um ano.

Amputado de uma perna, Luís Costa é um exemplo de que ser portador de uma deficiência não é impeditivo de nada. Há dois anos entrou no mundo do paraciclismo, na modalidade de handbike (bicicletas adaptadas movidas não pelas pernas mas pelos braços) muito por culpa do exemplo do antigo piloto de Fórmula 1, Alessandro Zanardi. 9.º na Taça do Mundo, 7.º no ranking mundial e na prova de contra-relógio do Campeonato do Mundo, 8.º na corrida de fundo, Luís Costa já tem lugar assegurado nos Jogos Paralímpicos, competição em que o país tem tradição. Desde a primeira participação lusa (1972), já vieram para Portugal 88 medalhas. A última edição, em Londres, contribuiu com três. E Luís Costa vai ao Rio com a vontade de ajudar a somar mais uma.”…

Podes ler toda a entrevista em: http://www.publico.pt/desporto/noticia/sao-precisos-bons-bracos-mas-acima-de-tudo-muita-vontade-1725296

Português percorre 101 países de bicicleta

Rui Daniel Silva“Leitor Rui Silva conta-nos a sua aventura em África.

Por mais que planeemos uma viagem a África, nunca sabemos o que nos espera do outro lado do continente e foi precisamente o que aconteceu nesta viagem. Chego ao aeroporto de Acra no Gana, e sou preso por não ter visto, nem carta de convite para entrar no país. De posto em posto de emigração sou interrogado pelos oficiais como se fosse um clandestino ou um refugiado. Levam-me para uma sala onde está um nigeriano algemado e quando olho à minha volta, apenas fotos de fugitivos nas paredes e algemas por todo o lado. Terei de passar a noite num cubículo minúsculo sem comida e sem água. No dia seguinte iria ser deportado de volta para Portugal. A minha sorte foi que o voo de regresso para Istambul estava cheio e lá me deixaram entrar no Gana. Compro uma bicicleta, preparo tudo e tendo já alguma experiência em África, decido comprar alguma comida e bastante água antes de partir. Ainda bem que comprei alguma comida. Nalgumas aldeias onde encontrava uma barraca para comer, não tinha coragem de comprar a comida pelo aspeto horrível que esta apresentava e muitas vezes nem conseguia perceber o que era.”…

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/mais_cm/eu_reporter_cm/detalhe/portugues_percorre_101_paises_de_bicicleta.html

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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