nem tudo são flores

Estas flores vão de bicicleta

a Saudade Flores Frescas“Estamos na melhor época das flores. Em breve haverá tulipas, ranúnculos e as aromáticas frésias. Além da variedade de bolbos, que começam a florir, o frio do inverno ajuda a que durem um pouco mais. Em português do Brasil, Ana Carolina vai desfiando curiosidades enquanto ajeita os ramos mimosos embrulhados em folha de papel pardo atado com cordel, no cesto da bicicleta. Depois de ter pedalado por Lisboa pela manhã a fazer entregas, é no Jardim da Parada, em Campo de Ourique, que está à quinta e sexta-feira, entre as quatro e as sete e meia da tarde.
A Saudade Flores Frescas é uma florista em duas rodas. Uma ideia de Ana Carolina Rocha, 27 anos, e Raphael Oliveira, 36, casados e sócios num projeto que começou a ser pensado lá em São Paulo, no Brasil, quando, há dois anos, ela foi trabalhar para uma florista e se apaixonou pelo mundo das flores. O casal já conhecia Lisboa e, em janeiro do ano passado, vieram em busca de uma vida “menos louca e com qualidade”, conta Ana Carolina. Os quatro meses que trabalhou na Pequeno Jardim, na Rua Garrett, deram para perceber que por cá não havia nada do género. Arranjos bonitos, a preços acessíveis, que se compram por hábito, e não apenas em ocasiões especiais. A frescura é garantida através de produtores locais e escolhendo as flores da estação. O bom gosto e jeito de Ana Carolina para misturar cores, formas e texturas, dizemos nós, fazem o resto. Raphael trata da parte burocrática e da gestão de um negócio que resolveram batizar com uma palavra que “é só nossa e diz muito sobre o gesto de oferecer flores”. Seis meses depois, o balanço é positivo. “Campo de Ourique dá certo com o espírito da Saudade. Estamos no caminho das pessoas para casa, rende muitas historinhas e conversa boa”, conta Ana. “Mas queremos chegar a outros bairros, estamos só à espera de autorização para estacionar por aí”.

(fonte: visao.sapo.pt)

Câmara de Lisboa rejeitou proposta para suspender concurso de bicicletas partilhadas

bicicletas partilhadas LisboaA autarquia socialista rejeitou esta quarta-feira uma proposta do CDS-PP para suspender o concurso de bicicletas partilhadas. O pedido de suspensão foi feito depois de os centristas terem pedido à EMEL em Dezembro para consultar o plano económico-financeiro, mas apesar de várias tentativas o documento nunca foi cedido.
A proposta foi apresentada durante a reunião pública da Câmara de Lisboa que teve lugar esta quarta-feira, 27 de Janeiro, com a autarquia a chumbar a suspensão.
“Durante a reunião de hoje, apercebi-me de que só estão a fazer agora o plano de negócios”, acusa o vereador João Gonçalves Pereira. O centrista considera que esta é uma “má gestão dos dinheiros públicos” pois a EMEL avançou com o concurso sem um estudo económico-financeiro feito.
Gonçalves Pereira acusou a autarquia de querer implementar rapidamente este sistema, devido à realização de eleições em 2017. “Há uma pressa para cumprir calendários eleitorais”. Ao mesmo tempo, criticou o modelo escolhido pela autarquia, em que o “risco fica todo do lado do público”, enquanto o privado não tem de realizar qualquer investimento.
O vereador sublinhou que existem 600 modelos de partilha de bicicletas em todo o mundo, com alguns a onerarem menos o público, com uma maior divisão de riscos com o privado.”…

(ler artigo completo em: jornaldenegocios.pt)

Vandalismo continua sobre bicicletas públicas em Santarém

bicicletas uso partilhado Santarém“Das 25 bicicletas para uso público que a Câmara Municipal de Santarém tem, apenas 11 estão ao serviço da população, já que muitos veículos foram danificados por desconhecidos e foram retirados para reparação. A informação foi dada pelo presidente da autarquia, Ricardo Gonçalves (PSD), durante a reunião do executivo de terça-feira, 26 de Janeiro.
Os danos sobre as bicicletas têm ocorrido nos pontos de levantamento das mesmas. Pedais, raios e correntes partidos, pneus furados e selins roubados são alguns dos estragos registados pelo município, que tem denunciado essas situações à PSP.
Apesar desses actos de vandalismo, a autarquia não desiste de expandir a rede de bicicletas para utilização pública, estando prevista a criação de mais um posto nas Portas do Sol, a somar aos que já existem no Jardim da Liberdade, junto aos CTT e junto à Escola Secundária Sá da Bandeira.
Ricardo Gonçalves falava em resposta ao vereador Jorge Luís (CDU), que deu conta da existência de problemas no acesso a esse serviço, designadamente ao nível do programa informático que permite o levantamento dos veículos. O presidente confirmou que foram detectados alguns problemas de rede e ligação que estão a ser arranjados pelos serviços.”

(fonte: semanal.omirante.pt)

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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