mais três interessantes artigos, estes em português do Brasil: Belo Horizonte – Moscovo – Paris

Fotógrafo Gil Sotero reúne imagens de ciclistas urbanos na exposição BH Cycle Chic

cycle chic BH“Debaixo de chuva ou de sol, frio ou calor, muita gente em Belo Horizonte não abre mão da bicicleta como meio de transporte. E até 22 de agosto, essas pessoas poderão ser encontradas em um outro lugar além das ruas. É que o jornalista e fotógrafo Gil Sotero, que tem coleção de bikes e todos os dias atravessa a cidade sobre duas rodas, começou a fotografar ciclistas que usam a bicicleta no dia a dia, não especificamente como diversão ou esporte, mas para ir para o serviço ou para a escola. O trabalho dele resultou na exposição BH Cycle Chic, aberta nessa terça-feira no Centro de Referência de Moda, na Rua da Bahia, 1149, no Centro.

“A exposição mostra o estilo de pessoas que já deixaram os carros e utilizam bicicletas em deslocamentos pela região central de Belo horizonte”, conta o fotógrafo. A exposição é integrada ao Slow Week, evento da 1ª Semana de Moda, Ética e Sustentabilidade.

O Projeto BH Cycle Chic é inspirado no trabalho de outro fotógrafo e também ciclista, o dinamarquês Mikael Colville-Andersen, que em 2006 criou o blog Copenhagen Cycle Chic. O objetivo era o registro do estilo dos ciclistas no cotidiano da cidade. O projeto repercutiu e hoje existem várias “franquias” pelo mundo afora.

Em BH, o projeto nasceu em 2013. “As bicicletas estão voltando ao cenário urbano devido à decadência e perda da qualidade de vida por causa do excesso de carros. Porém, no imaginário popular ainda é reproduzido a ideia da bicicleta associada a esporte ou lazer. Na verdade ela nunca deixou de ser utilizada como meio de transporte, mas sua representação na mídia só a contextualizava em eventos esportivos ou de lazer. O BH Cycle Chic é um registro de muitas pessoas que já utilizam a magrela para ir a escola, trabalho, padaria, etc. Sem perder seu estilo e tão pouco adotar um visual de ciclista esportivo”, conta Sotero.”

(continua a ler em: divirta-se.uai.com.br)

A revolução das bicicletas (em Mosvoco)

alguns russos já vão trabalhar diariamente em bicicleta“Para quem vive um inverno em que os termômetros ultrapassam os 25 graus positivos, pode parecer difícil de acreditar, mas a gélida Moscou, assim como São Paulo, começa a viver a revolução do cicloativismo.

Um dos indícios dessa tendência é que a demanda por bicicletas na capital russa aumentou drasticamente nos últimos cinco anos. Hoje, Moscou conta com 150 pontos de aluguel, que deverão chegar a 300 até o final do ano.

Além das agências de aluguel, a cidade tem 755 estacionamentos para bicicletas, e ciclovias começam a aparecer em alguns bairros.

“Pedalo há mais de três anos”, conta a engenheira balística Anna Konstantínova. “Tenho uma bicicleta com várias marchas e um cesto na frente para colocar minhas coisas. Para percorrer a distância de 5,5 quilômetros da minha casa até o trabalho, eu costumava gastar 40 minutos. Agora, com a bicicleta, preciso de apenas 25 minutos. Por isso, passei a ir de bicicleta para o trabalho mesmo durante o inverno.”

Ela explica que pedala seguindo estritamente as regras de trânsito, ou seja, mantendo-se na pista da direita, e nunca a mais de um metro de distância da calçada. Segundo Anna, os carros mal estacionados dificultam a vida dos ciclistas na cidade, já que atrapalham sua passagem. Outro fator que poderia ser melhorado é a quantidade de estacionamentos para ciclistas, que ainda é pequena.

“Por causa disso, temos que acorrentar nossas bicicletas a cercas e postes, o que ainda incomoda os pedestres”, diz.”

(continua a ler em gazetarussa.com.br)

Aumento de turistas de bicicleta irrita moradores de Paris

turistas pedalam por Paris“Uma nova moda entre os turistas de Paris está causando a ira de alguns moradores da capital francesa: o cicloturismo. A prática se tornou popular nos últimos anos e vem cada vez mais obtendo adesão por ser uma forma ecológica, divertida e rápida de passear pela cidade e conhecer suas principais atrações. Mas, ao que parece, alguns turistas estariam ignorando as regras do compartilhamento de espaços e da boa convivência com os pedestres. O problema é registrado principalmente nas regiões dos pontos turísticos, onde os grupos de cicloturistas se multiplicam.

A reportagem da RFI foi a dois dos locais mais visitados de Paris e onde os cicloturistas costumam fazer passeios em grupos: a torre Eiffel e os jardins do Louvre, as Tuileries. Entrevistados, vários parisienses negaram ter problemas com os cicloturistas e muitos até elogiaram a iniciativa dos visitantes de utilizar um meio de transporte ecológico para conhecer a cidade.

Poucos, como a jovem Shanice, não escondem sua revolta: “É verdade que os turistas de bicicleta acham que eles podem fazer o que bem entenderem. É preciso que eles respeitem as regras mesmo se eles estão de férias. Eles têm que lembrar que não estão na casa deles! Os orientais, principalmente, quase sempre nos atropelam e ainda nos olham com uma cara brava.”

(continua a ler em brasil.rfi.fr)

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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