e-biclas voltam à carga

“e-bikes” podem gerar negócio de 80 milhões de euros em Portugal

e-move“As bicicletas eléctricas (ou e-bikes) estiveram no centro da discussão no Congresso Internacional de Promoção da Mobilidade Suave, que se realizou esta quinta-feira, dia 21 de Novembro, na Alfândega do Porto.

De acordo com o Jornal de Notícias, o secretário-geral da Associação da Indústria das Bicicletas, Paulo Rodrigues, revelou que a produção de bicicletas eléctricas em Portugal pode representar “um volume de negócio na casa dos 80 milhões de euros” nos próximos três anos.

“Ao promover este encontro o que constatámos é que o sector das e-bikes está a crescer na Europa e em Portugal pode atingir, nos próximos três anos, um volume de negócio na casa dos 80 milhões de euros. Isto, se crescermos ao mesmo nível de outros países da Europa neste tipo de utilização”, explicou Paulo Rodrigues.”…. (ler +)

Bicicleta híbrida que atinge 80 km/hora produzida por autodidata de Tondela

lupa1“Dois anos e quatro meses de trabalho levou um autodidata de Tondela a produzir uma bicicleta híbrida (elétrica e a pedal) que atinge os 80 quilómetros/hora e que agora colocou à venda para recuperar o investimento para novos projectos.

Luís Pacheco, 39 anos, disse aos Pedais.pt que a máquina é perfeitamente funcional, chegou a fazer um pouco mais de 180 quilómetros, com o mesmo motor mas num quadro de BTT, com uma única carga elétrica, cujo carregamento calcula ter um custo entre os 20 e os 30 centimos após entre sete a oito horas de carga.”… (ler +)

Chegar à praia e pôr a bicla a carregar

e-bike“João Carlos Ruivo comprou uma bicicleta  elétrica e encontrou a solução para ir até à cidade de Évora sem ter de pagar para estacionar, sem correr o risco de ser multado e sem gastar dinheiro em combustível. Além disso poupa, em relação aos automóveis, em seguros, IUC, inspeções e revisões.

A Mando Footloose que comprou, através de uma campanha do Montepio Geral, foi, também, a sua grande companhia durante as férias em Sesimbra. Quando chegava à praia deixava a bicicleta a carregar no bar e ao final da tarde era só voltar a pedalar até casa.

“Uso sobretudo no verão e na primavera, para ir ao centro da cidade e evitar os parquímetros, as multas e poupar dinheiro em combustível. Posso parar à porta das finanças, conservatórias, porque é esse o meu dia a dia e andar pelas ruelas todas e evitar o trânsito”, explica o empresário de 46 anos.”… (ler +)

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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