uma verdadeira agência de viagens, mas das “de borla”, só à custa das pernocas…

À excepção de uns diazitos numa das minhas aldeias de infância, a banhos no Douro, também curti as férias de bicicleta. Viajei também numa espécie de agência de viagens, mas das “de borla”, só à custa das pernocas… Foi assim, tipo “vá para fora cá dentro”, mais poupadinhas e dedicadas ao relax, ao descanso e às pedaladas, sobretudo com passeios à beira do rio e do mar. Então, e logo para começar bem, não faltei à Massa Crítica de Agosto, para dois dias depois a gOrka ter de me alombar até Fátima em mais um Audax privativo. Já Sua Alteza recebeu o prometido aro novo e ainda me levou aqui e ali para também ter o seu merecido descanso. Nisto, e sem estar minimamente a contar, eis que “there´s a new girl in town”, ou seja, caso ainda não tenham reparado, chegou outra senhora à minha arrecadação. Pois é verdade, não resisti ao charme e encantos de uma bicla saída à décadas da oficina do senhor Joaquim e, aos poucos, tornei-me num imperdoável coleccionador de bicicletas. A primeira porque queria muito. A segunda, que é tua e também é minha, depois a terceira porque me desafiei. E mais aquela porque sim… O desejo é mais forte que a paixão. Agora esta porque é uma clássica nacional e porque gosto mesmo muito de pedalar nela. Gosto de speedeiras embora talvez tenha outros planos para esta menina, ou então não!

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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5 respostas a uma verdadeira agência de viagens, mas das “de borla”, só à custa das pernocas…

  1. Rui M. diz:

    És um homem cheio de sorte com tantas belezas para montar.

  2. paulofski diz:

    pois sou, mas só uma de cada vez!

  3. A palavra em inglês, no selim, tem um erro ortográfico. Nem isso somos capazes de fazer direito. Às vezes pergunto-me como conseguimos fazer os descobrimentos! :)

  4. paulofski diz:

    É mesmo Ricardo. Será que outrora houve um acordo ortográfico da lingua anglo-saxónica e ninguém nos avisou! Hu nouse!!!

  5. Pingback: o apelo da estrada | na bicicleta

apenas pedalar ao nosso ritmo.

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