can’t miss [9] biclanoporto.org

Encontros noturnos

Escreve o Ricardo, escondido atrás da objectiva e que por isso não aparece nos bonecos:

“Há quem diga que as redes sociais, em concreto o Facebook, são uma perda de tempo. De facto, assim é, em muitos casos. Mas é pelas redes sociais que se consegue aproximar pessoas com interesses semelhantes. O fenómeno das bicicletas no Porto é exemplo disso. Há grupos que aproximam as pessoas reais, que têm vidas reais e que utilizam a bicicleta para se deslocarem para o trabalho e para lazer. Encontram-se de forma informal e casual, sem qualquer preocupação de marketing, como o Sérgio comentava hoje comigo.

As fotos que publico aqui são minhas. São amigos que se encontram, porque sim. Para beber a cerveja. Para pedalar. Rolarem como loucos no passeio da Av. Montevideu de sorriso rasgado de felicidade, porque assim é, quando se pedala com amigos. Alguma coisa está a acontecer no Porto, à noite. O Facebook tem sido o catalisador de estes encontros de novos e velhos amigos. O culpado sou eu, com os meus desafios para um copo ao final da tarde no Candelabro ou na Luz. Ou o Vitor, ou o Paulo, que de tão rápido que é na sua Gorka, aparece em três sítios na mesma fotografia. E depois surgem todos os amigos. Surgem as afinidades. Geram-se laços, frouxos inicialmente, mas em alguns casos mais seguros. Junto à igreja velha do Carvalhido, pela estrada por onde os bravos do Mindelo passaram, para defender o Porto dos absolutistas, costumamo-nos encontrar. Culpa, claro dos grupos do Facebook que nos vão aproximando cada vez mais. Normalmente o encontro combina-se no Ciclismo Urbano em Portugal…”

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n.d.r. e daqui a bocado, assim que soarem as 16 badaladas, estou eu a abalar deste mofado gabinete e pedalar ao largo do rio e do oceano para levar mais um ciclista urbano tripeiro conhecer a meca das biclas impecábeis, carago…

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Sobre paulofski

Na bicicleta. Aquilo que hoje é a minha realidade e um benefício extraordinário, eu só aprendi aos 6 anos, para deixar aos 18 e voltar a ela para me aventurar aos 40. Aos poucos fui conquistando a afeição das amigas do ambiente e o resto, bem, o resto é paisagem e absorver todo o prazer que as minhas bicicletas me têm proporcionado.
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apenas pedalar ao nosso ritmo.

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